INCLUSÃO NA CONTEMPORANEIDADE: POSSIBILIDADES PARA PENSARMOS A DOCÊNCIA E A APRENDIZAGEM

  • Maria Clara Ramos Nery
  • Tatiana Luiza Rech

Resumo

Ao pensarmos na palavra “inclusão” logo é possível perceber que não se trata de algo simples, fácil, dado. A inclusão sugere colocar todos para dentro, sugere não deixar ninguém de fora, ou seja, contemplar o que chamamos de “todo”, nas diversas esferas sociais. Mas, afinal, será que é viável e aceitável este movimento de contemplar a todos, sem distinção? Se partirmos do que foi construído, já na década de 1990, perceberemos que o movimento pela inclusão no Brasil passou a existir, aos poucos, muito movido pelo projeto de Educação para todos, concebido pela Organização das Nações Unidas (ONU). Como marco, destaca-se a participação do país na Conferência Mundial sobre Educação para Todos, realizada em 1990 em Jomtien, na Tailândia, onde ficou expresso que “[...] a educação, embora não seja condição suficiente, é de importância fundamental para o progresso pessoal e social” (UNESCO, 1998, p. 2). Assim, a partir dessa orientação, várias práticas foram sendo criadas, com o intuito de colocar em funcionamento um movimento que priorizasse a inclusão dos sujeitos na sociedade.

Publicado
2020-02-03
Como Citar
NERY, Maria Clara Ramos; RECH, Tatiana Luiza. INCLUSÃO NA CONTEMPORANEIDADE: POSSIBILIDADES PARA PENSARMOS A DOCÊNCIA E A APRENDIZAGEM. Revista do Seminário de Educação de Cruz Alta - RS, [S.l.], v. 7, n. 01, p. 27-35, feb. 2020. ISSN 2595-1386. Disponível em: <http://www.exatasnaweb.com.br/revista/index.php/anais/article/view/744>. Acesso em: 03 aug. 2020.